Pai não deixava Paola Oliveira sambar
Rainha da bateria da Grande Rio, atriz não podia se jogar no samba quando era mais nova
De: Odara Gallo
Hoje ela é rainha da bateria da Grande Rio, coroada no último dia 17, mas Paola Oliveira já foi até proibida de freqüentar o samba quando era mais nova. “Tive uma educação bem rígida, meu pai não deixava”, contou a atriz que morou no Tatuapé, bairro próximo à escola de samba Nenê de Vila Matilde, na Zona Leste de São Paulo.
Mais crescidinha, a atriz diz entender a decisão do pai. “Agradeço pela educação que tive”, falou.
Apesar de ter sido criada com rédeas curtas, o gosto pelo samba não mudou e Paola nem precisou de aula para ficar à frente da bateria da escola. “Não sei de onde eu sei, mas sei sambar”, brincou.
Paola disse ainda que já sente a responsabilidade de desfilar em uma grande escola.
“Na hora que eu entrei na coroação, deu um frio na barriga. Imagina uma menina que não podia ir ao samba virar rainha de bateria.” Hoje, o pai da atriz, além de autorizar, gosta de ver a filha se divertindo na quadra.

É uma pena que as verdadeiras sambistas estão desaparecendo das frentes das baterias para dar lugar às modelos, atrizes, que mal sabem acompanhar o ritmo dos instrumentos. A única coisa que elas tem de bom para mostrar são os corpos malhadíssimos ( as garotas das comunidades tambem os tem) e as fantasias que são de encher os olhos, agora samba no pé é algo de lamentável.
Frente de bateria virou sinônimo de auto-divulgacão, sem deixar de mencionar o interesse das escolas de samba em permitir que elas brilhem na passarela do samba em troca da fantasia da bateria que é patrocinada por essas famosas.
CARO AMIGO, ESTOU TOTALMENTE COM A NOSSA COLEGA
SONIA REGINA, NÃO QUE ACABOU RAINHA DE BATERIAS
DA COMUNICADADE, O DIN.DIN. FALA MAIS ALTO